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SAMU

por transparencia — última modificação 10/09/2019 17h29

No dia 07 de setembro próximo às 12h00 estava passando de carro em via pública – Avenida Aviação, quando avistei um civil (idoso de 78 anos) tropeçar e cair, batendo a cabeça no asfalto. Diante da gravidade da situação eu e minha família paramos o veículo e fomos prestar ajuda e socorro ao idoso. Visto que, conforme Estatuto do Idoso (Art. 3o É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.) E enquanto sociedade e comunidade nos vimos na obrigação de ajudar. Minha primeira atitude foi acionar o SAMU, pois conforme já salientado o mesmo caiu e bateu a cabeça no chão, o que poderia apresentar um risco de AVC e/ou demais consequências graves e até mesmo fatais. No primeiro contato telefônico às 11h50m o telefone do SAMU estava ocupado, o que é inaceitável em um serviço de atendimento de urgência e emergência. No segundo contato telefônico às 11h51 fui atendida e questionada pelo atendente e pelo médico se o paciente queria o atendimento. Expliquei a necessidade do atendimento de urgência e emergência, pois era um idoso, que havia batido a cabeça e estava atordoado sem conhecidos ou familiares. O serviço do SAMU após minha insistência deslocou a ambulância, contudo, exigiram que eu permanecesse no local até a chegada da equipe. No tempo do deslocamento da ambulância demais civis da comunidade se aproximaram e algumas pessoas que conheciam o senhor foram avisar um familiar, sua filha. Ela foi até o local e mesmo assim aguardei a chegada da ambulância, conforma a exigência. Quando a ambulância chegou continuei meu caminho à meu destino e a filha do idoso o acompanhou no atendimento com o serviço do SAMU. Às 12h19m recebi uma ligação de um funcionário do SAMU me questionando e reclamando que chamamos a ambulância, mas o idoso “não quis ser transportado ao hospital” e me acusou de “desperdiçar” o serviço público. Estou extremamente indignada com a postura dos funcionários do SAMU, primeiro que o serviço de pronto atendimento, conforme lei é um serviço que tem como finalidade prestar o socorro à população considerando nível pré-hospitalar na área de urgência e emergência, o atendimento que procura chegar precocemente à vítima, após ter ocorrido um agravo à sua saúde que possa levar a sofrimento, sequelas ou mesmo à morte, sendo necessário, portanto, PRESTAR-LHE ATENDIMENTO E/OU TRANSPORTE ADEQUADO. E não somente o transporte para hospital conforme fui questionada. O SAMU 192 - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, instituído pelo Governo Federal, deve prestar o atendimento pré-hospitalar móvel primário quando o pedido de socorro for oriundo de um cidadão ou de atendimento pré-hospitalar. Sendo o SAMU um serviço do SUS e o SUS tendo como princípios a Universalização, Equidade e Integralidade, que vergonha a postura e atendimento prestado aos civis de Apucarana, tanto ao solicitante como ao idoso que se acidentou. E ainda vale salientar que temos um prefeito ocupando a secretaria de saúde no estado do Paraná. Aguardo providências e retorno sobre a situação.

: 08/09/2019 22h58
: Denúncia
: Ouvidoria
: 20190909015853
: Resolvida

Respostas

1

: transparencia
: 10/09/2019 19h35
: Aceito

Sua solicitação está em atendimento.

2

: transparencia
: 10/09/2019 20h29
: Resolvida

Olá,

Agradecemos o contato.

Sua denúncia foi encaminhada ao e-mail funcional de todos os vereadores, que poderão, de forma ampla, debater o tema, inclusive nas sessões ordinárias.

Poderão ser encaminhadas respostas individuas de cada vereador no seu e-mail.

Continuamos à disposição.

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