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Alcides pede cestas básicas para gestantes carentes

por Administrador publicado 01/07/2011 20h58, última modificação 08/04/2016 19h46
A Câmara de Apucarana aprovou requerimento de autoria do presidente, Alcides Ramos Júnior (DEM), pedindo ao prefeito João Carlos de Oliveira a distribuição gratuita de cestas básicas para as gestantes carentes que estejam fazendo exames pré-natal na rede pública de saúde do município.

 “Nosso requerimento busca saber do Executivo se há possibilidade de enviar ao Legislativo um projeto nesse sentido, uma vez que a Câmara não pode aprovar matéria que implique no aumento de despesas. Da parte dos vereadores, há inteira disposição de aprovar tal projeto, uma vez que as despesas não seriam tão significativas e o alcance social seria imenso”, assinala Alcides Ramos.

Ele lembra que Apucarana vem avançando em termos de combate à mortalidade infantil, mas que o trabalho precisa ser fortalecido. “Uma maneira de contribuir nesse sentido é dar condições para que as mães carentes, que têm dificuldades para manter uma alimentação saudável e compatível com o estado de gestação, tenham uma cesta básica equilibrada e com os nutrientes necessários”, assinala Alcides Ramos.

O presidente da Câmara cita pesquisa realizada por professores e acadêmicos de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), mostrando que a desnutrição materna durante a gestação pode gerar seqüelas graves na formação dos bebês. Os principais danos são a má-formação de órgãos linfáticos, fígado, intestino e cérebro. Os pesquisadores conseguiram provar que quando a mãe não tem uma alimentação adequada o bebê também nasce desnutrido e isto acarreta uma série de problemas. “Garantir os exames de pré-natal, o enxoval para o bebê e outros cuidados não resolvem se a mãe não tiver acesso a uma prática nutricional condizente com a sua condição de gestante. É nesse sentido que nosso requerimento busca provocar a iniciativa da administração. É melhor ajudar com cestas básicas as gestantes comprovadamente carentes do que ter que atender, depois, mãe e bebê com remédios e internamentos”, finaliza Alcides Ramos.