Após requerimento de vereador, Prefeitura de Apucarana interdita pensionato irregular conhecido como “Vila do Chaves”

por Assessoria de Imprensa publicado 14/05/2026 14h14, última modificação 14/05/2026 14h14
Vereador Moisés Tavares apresentou requerimento pedindo esclarecimentos sobre a situação no local
Após requerimento de vereador, Prefeitura de Apucarana interdita pensionato irregular conhecido como “Vila do Chaves”

Vereador Moisés Tavares durante sessão ordinária

Após requerimento do vereador Moisés Tavares (Avante), a Prefeitura de Apucarana, em operação conjunta realizada pela Guarda Civil Municipal (GCM), Polícia Militar (PM) e Vigilância Sanitária, interditou nesta quarta-feira (13) o pensionato conhecido popularmente como “Vila do Chaves”, localizado na Rua Dr. Oswaldo Cruz, nº 401, região central da cidade. O local funcionava de forma irregular e era frequentado por usuários de drogas e suspeitos de furtos. 

“Quando falo que é para fazer valer, é sobre isso. Vamos continuar fiscalizando para que esse local não volte a ser ‘residência fixa’ da criminalidade”, afirmou o vereador Moisés Tavares. 

No momento da operação, seis pessoas foram encontradas no interior do imóvel: quatro homens e duas mulheres. Apesar de não haver flagrantes de drogas, o histórico do local preocupa autoridades e moradores. O proprietário do prédio acompanhou a operação e adotou medidas para impedir novas invasões, incluindo corte de água e energia, soldagem de portões e instalação de cadeados. Para garantir a integridade do proprietário durante a interdição, equipes da Guarda Civil Municipal permaneceram no local. 

O requerimento do vereador Moisés Tavares, aprovado na sessão da Câmara Municipal em 4 de maio, solicitou esclarecimentos sobre a operação multissetorial, as condições do imóvel e questionou se existem outras ações programadas para solucionar a situação. Segundo o parlamentar, o caso apresenta diferenças em relação a situações envolvendo pessoas em situação de rua, já que os frequentadores do pensionato possuem endereço fixo. 

O vereador também destacou que o imóvel já havia sido alvo de ação das forças de segurança em março deste ano, mas, mesmo após a intervenção, o local continuava a ser frequentado para práticas ilícitas.